A Violência Contra a Mulher

Enviada em 05/12/2020

No século XIX, a sociedade brasileira foi marcada pela estrutura social do patriarcalismo - modo de convivência familiar com o homem sendo o centro da família. De forma análoga, na atual conjuntura brasileira, observa-se justamente a mesma problemática, em pleno século XXI, quanto à violência contra a mulher. Nesse sentido, estratégias devem ser aplicadas para alterar essa situação, que possui como causas: base educacional lacunar e insuficiência legislativa.

Convém destacar, a princípio, que a base educacional falha é um fator determinante para a persistência do entrave, uma vez que a aquisição do conhecimento é imperioso para a formação do senso crítico do cidadão em relação as adversidades. Assim, para comprovar tal aspecto, o ex presidente da África do Sul e defensor dos direitos humanos, Nelson Mandela, expressa que a educação tem a atribuição e força suficiente para mudar as pessoas e por consequência o mundo. Dessa forma, é evidente que a educação tem um papel importante na formulação de ideologias que impeçam a violência contra a mulher na hodierna sociedade.

Além do mais, a insuficiência normativa também configura-se como um óbice no que tange às agressões injustificadas, posto que essas atitudes criminosas pode ensejar num feminicídio - assassinato motivado pelo fato de ser mulher. Nesse viés, para constatar tal concepção, a lei Maria da Penha (número 11.340 de 2006) não está sendo suficiente para combater as violências domésticas e familiares, assim, dando continuidade a essa problemática.

Depreende-se, portanto, para que hostilidade contra mulheres deixe de fazer parte da realidade brasileira, medidas devem ser aplicadas. Dessa maneira, o ministério da educação deverá possibilitar medida necessária para a redução dos abusos violentos por meio de webconferências e distribuição de cartilhas, para a população interessada, demostrando seus direitos e deveres diante desse crime. Nesse contexto, será também estabelecida locais de debates, afim de construir uma sociedade igualitária.