A Violência Contra a Mulher

Enviada em 24/02/2021

Desde o tempo da monarquia as mulheres elas são dadás como objetos sexuais, e que se não casa-se com um homem ela era vista com maus olhares pela sociedade.

Na lei maria da penha que  estabelece como formas da violência doméstica contra a mulher como física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Determinar que a violência doméstica contra a mulher independe de sua orientação sexual. Determinar que uma mulher só pode renunciar à denúncia perante o juiz. Com tudo isso que a lei fornece, a maioria das mulheres que sofrem violencia não denunciam por medo de serem mortas ou com dó do seu agreçor.

A presença das mulheres nos meios de comunicação é incontestável. Um corpo calado pelas vozes alheias.Os efeitos discursivos disso são avassaladores. O reforço de um imaginário social em que as mulheres são santas ou putas. Suas vozes são silenciadas em contradição com os mundos de poder masculino, pela hegemonia de quem define o que é pauta na mídia, a qual assume o papel do patriarcado para si. O feminino corpo é retaliado, dividido, explorado, repartido; também é humilhado, submetido, alvo da pornografia dos outros. É um objeto das vaidades masculinas, é terreno de exploração no jornalismo, na publicidade e no entretenimento.

Destarte, é fato que o Brasil encontra-se alguns passos à frente de outros países o combate à violência contra a mulher, por ter promulgado a Lei Maria da Penha. Entretanto, é necessário que o Governo reforce o atendimento às vítimas, criando mais delegacias especializados, em turnos de 24 horas, para o registro de queixas. Por outro lado, uma iniciativa plausível a ser tomada pelo Congresso Nacional é a tipificação do feminicídio como crime de ódio e hediondo, no intuito de endurecer as penas para os condenados e assim coibir mais violações. É fundamental que o Poder Público e a sociedade por meio de denúncias combatam praticas machistas e a execrável prática do feminicídio.