A Violência Contra a Mulher
Enviada em 12/04/2021
A Violência Contra a Mulher
Na série de TV “Game of Thrones”, a objetificação das mulheres é considerada “normal”, e sua função é: ora proporcionar uma sensação de prazer, ora produzir descendência. Como nos romances, as mulheres de hoje também vivenciam a desigualdade e a discriminação porque isso não apenas alimenta a violência nos relacionamentos, mas também exacerba a ineficiência do Estado no fornecimento de seguridade social. Logo, a matança de inseticidas floresceu na sociedade brasileira, causando milhares de vítimas todos os dias.
Às vezes, a forma como o problema é nomeado torna a situação visível. Tendo em vista a persistência de casos de homicídio de mulheres, pois o homicídio é feminino. Quando isso acontece, a violência é causada pelo sentimento de posse, desprezo, fim inaceitável do relacionamento e até mesmo pela autonomia da mulher. Na verdade, existem motivos recorrentes em momentos de descontrole ou emoções fortes, que apontam que as ações da vítima estão erroneamente dizendo que ela (e não o assassino) é a pessoa responsável pelo abuso sofrido.
Além disso, o Estado tem a obrigação de garantir a seguridade social, independentemente do gênero, a sociedade tem direito à liberdade e à vida. O “Contrato Social” de Jean Rosseu é incrível, mantém a vida humana e garante a liberdade obedecendo à autoridade da grande vontade. Portanto, a título de exemplo, o estado promulgou a “Lei do Assassinato de Mulheres” em 2015 para eliminar as raízes da discriminação e coibir as raízes da impunidade, sendo que ser morto é entendido como qualificação para homicídio.
Em suma, a morte de mulheres assassinas é um problema que corta a vida de muitas mulheres. Para promover a sua desintegração, devido a uma investigação justa e séria, é uma boa opção estabelecer um código de conduta criminal relacionado com mulheres. Eficaz, adaptar as medidas de resposta a dois propósitos: lidar com casos específicos, evitando a consolidação do assassinato de mulheres assassinas.