A Violência Contra a Mulher
Enviada em 13/04/2021
Afinal, qual é a desigualdade entre homens e mulheres?
Fenômenos sociais e culturais, a desigualdade de gênero permeia todas as esferas da sociedade brasileira, afetando diretamente a família nas áreas social e trabalhista. Esse fato coloca o Brasil em 95º lugar entre 149 países / regiões no ranking de igualdade de gênero do Fórum Econômico Mundial de 2018. O país atingiu seus piores resultados desde 2011 em 2011, caindo 5 colocações na categoria, que considerou mais de 50 itens como acesso à saúde, renda e participação política. Com salários baixos e desemprego fácil, o principal fator para a queda do Brasil é a participação das mulheres na economia. O salário médio das mulheres é de R $ 1.764, enquanto o dos homens é de R $ 2.306. Ao final de 2017, 13,4% deles eram do sexo masculino e 10,5% do sexo masculino.
O salário médio das mulheres é de R $ 1.764, enquanto o dos homens é de R $ 2.306. Nos cargos de gestão da empresa, a lacuna é ainda maior, respondendo por 62,2% e apenas 37,8%. Essa diferença também ocorre no trabalho doméstico. Normalmente, eles fazem 18,1 horas de trabalho doméstico e 10,5 horas de trabalho por semana. Ainda de acordo com o IBGE, a taxa de desemprego também é desigual. Ao final de 2017, 13,4% deles eram do sexo masculino e 10,5% do sexo masculino. Com a diminuição da raça, a dupla opressão sofrida pelas mulheres negras tornou-se mais evidente, passando de 9,2% em 2014 para 15,9% em 2017. A taxa de desemprego das mulheres brancas passou de 6,2% para 10,6%.
No que diz respeito ao ensino superior, a taxa de matrícula das mulheres tem vindo a aumentar nos últimos anos. Estatísticas do Instituto de Estatística da UNESCO (instituição cultural, científica e educacional das Nações Unidas) mostram que, de 2006 a 2016, o índice brasileiro foi de 40% a 59%. Segundo dados do IBGE, a proporção de mulheres que concluíram a graduação era de 21,5%, enquanto a proporção de homens caiu para 15,6%.
Mesmo assim, a desigualdade de gênero ainda é evidente no meio acadêmico. Campos como cursos de graduação são predominantemente femininos, enquanto a engenharia é predominantemente masculina.