A Violência Contra a Mulher

Enviada em 17/11/2021

A Constituição Federal de 1988, garante o direito a segurança e bem-estar social. Entretanto, essas garantias não se evidenciam em relação às mulheres no Brasil, que vêm sofrendo com a persistência da violência contra elas. Diante dessa perspectiva, cabe analisar o machismo cultural, além da ineficiência das políticas públicas existentes no Brasil.

Em primeira análise, nota-se que o machismo cultural influência diretamente na persistência da violência contra a mulher. Pois, historicamente a mulher foi inferiorizada e tendo que ser submissa ao homem, como por exemplo na Grécia Antiga, berço da democracia, onde não havia participação política da mulher e os homens eram quem exerciam a cidadania. Essa situção vem mundando ao longo dos anos, mas infelizmente está longe de acabar.

Em segunda análise, é evidente a ineficiêcia das políticas públicas em relação à violência contra a mulher. Uma vez que mesmo com o avanço de algumas políticas públicas como a criação leis e tipos penais específicos visando a proteção da mulher, tais como a Lei Maria da Penha e o feminicídio no Código Penal, a violência contra a mulher continua inabalável. Isso mostra que o Governo deve mudar sua forma de abordar esse tipo de violência.

Contudo, para solucionar esse empasse, é necessária, a mobilização do Ministério da Educação que deve divulgar e inserir no plano de educação a valorização da mulher na cidadania, por intermédio de propagandas e  programas de educação, com o fim de acabar com o machismo cultural e concequentemente com a violência contra a mulher.