A Violência Contra a Mulher

Enviada em 03/06/2022

“A violência não é força, mas fraqueza, nem nunca poderá ser criadora de coisa alguma, apenas destruidora”. A frase do famoso filósofo Benedetto Croce vai de encontro à persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira, uma vez que o homem é tido como um dominador natural e a mulher submissa a esse poder, sendo submetida a diversos tipos de abusos. Diante disso, é oportuno pontuar os fatores que levam à persistência da violência contra a mulher e suas consequências para a vida em sociedade.

A priori é válido ressaltar que o machismo tem íntima relação com o problema, visto que está enraizado na sociedade desde o princípio. Segundo dados do IBGE 30,4% dos homicídios contra mulheres ocorrem dentro de casa, sendo cometido pelo seus próprios companheiros.

Outrossim, no Brasiljá existem leis para combater e unir os agressores, mas sabemos que não tem se reverberado, pois ainda há uma grande insuficiência governamental e “leis frouxas”. Um exemplo disso, foi o caso de Mariana Ferrer, modelo e influencer, que denunciou o seu estuprador e o viu ser inocentado, mesmo tendo feito exames que comprovaram o acontecido.

Diante dessa perspectiva, é notório que esse cenário de descaso não pode continuar. Cabe ao Estado criar e por em prática projetos de leis mais eficientes para que casos como o de Mariana Ferrer não volte a acontecer. O Governo Federal deve, também, promover campanhas ou comerciais que incentivem as mulheres a denunciar seus agressores, a fim, de combater a violência contra as mulheres na sociedade brasileira.