A Violência Contra a Mulher
Enviada em 20/10/2023
É retratado no filme, “A Cabana”, a vida de Mack que cresce vendo sua mãe ser constantemente agredida por seu pai, que levada pelo desespero o abandona. Fora das telas, essa é uma pauta ainda em discussão no Brasil. É evidente que, a falta de ações governamentais somada a paradigmas sexistas introduzidos em nossa sociedade, é de fato um precursor para que a prática da violência não encontre um fim. Isso se deve, tanto a negligência estatal quanto à cultura machista presente nos dias de hoje.
De mesmo modo, as regras sociais criadas pelo machismo determinaram a inferioridade da mulher perante o homem. Desta forma, são tratadas como “fracas” e “menos capazes”, levantando uma “carta branca” para as práticas de violência, muitas delas em seus lares onde são humilhadas e agredidas por seus parceiros, ou então no mercado de trabalho, local esse que ocorrem assédios sexuais e muitas vezes abusos.
Ademais, a falta de ações por parte do estado é um grande disseminador do acometimento da agressão contra a mulher. Uma vez que, não é abordado em parlamentos muito menos em senados medidas absolutas para acabar com essa pauta. Visto que, sem uma garantia de punição real não é propagado o receio, levando a sentir conforto para tal ato pois é entendido que não haverá penalidade alguma. Como é visto na frase de Thomas Hobbes, “O homem é o lobo do próprio homem”, mostra como a sociedade pode se auto destruir por falta de atitudes para que ocorra a mudanção verdadeira.
Por fim, cabe ao Ministário da justiça, orgão responsável pelo direito do cidadão, instituir medidas protetivas eficazes para a segurança da mulher ameaçada, como polícia nas postas das casas ou nos arredores,para garantir a proteção. Em seguida, a aprovação de punições rígidas para os acometedores dessa prática, como por exemplo prisões perpétuas. De mesma maneira, cabe ao Ministério da educação, orgão responsável pela educação brasileira, acabar com os padrões sociais de preconceito entre gêneros, trazendo para a grade curricular matérias que ensinem sobre a igualdade. Assim, derrubando essa ação mortal que assola a sociedade brasileira.