A violência obstetrícia em debate no Brasil

Enviada em 13/08/2019

Atualmente a violência obstétrica se faz presente na realidade de algumas mulheres brasileiras. Sabe-se que, a violência ocorre na gestação, mas principalmente na hora do parto, o que pode acarretar problemas na vida das vítimas. Logo, esses são os os responsáveis por interferir na privacidade das mulheres, gerando traumas em relação à problemas psicológicos comprometedores da vida pessoal.

A ausência de um bom atendimento hospitalar contribui para que a mulher não queira ter outro filho. Isso ocorre devido à fatores como deixá-la sozinha sem direito à acompanhante, a não permissão para alimentar-se, a falta de informação sobre os procedimentos que serão realizados e a agressões verbais com o uso de palavras desagradáveis. Logo, esses fatores interferem na vida pessoal feminina, contribuindo para o surgimento de traumas psicológicos que geram o medo devido à violência obstétrica ocorrida.

Além disso, a episiotomia influencia no surgimento de problemas pessoais. De certo, esse procedimento é realizado através de um corte no períneo, dessa forma, deve ser efetuado com o consentimento da gestante.

No entanto, em alguns casos isso não ocorre, onde o consentimento é negado e mesmo assim a episiotomia é feita, sendo realizado o “ponto do marido” no final do processo. De tal forma, isso pode interferir na vida sexual da mulher, causando dor nela e “prazer inadequado” no marido, o que pode prejudicar e inibir o desejo sexual feminino.

Diante disso, medidas precisam ser tomadas para amenizar o impasse.

Assim, a Organização Mundial da Saúde - ONU - deve proteger as mulheres da violência obstétrica, por meio de movimentos como palestras que mostrem a realidade dos processos realizados na hora do parto, com intuito de conscientizar e “abrir a mente” dos indivíduos. Além disso, a ONU  em parceria com o MEC deve implantar métodos como a educação hospitalar nos hospitais, que visem repassar todas as informações para as gestantes,para atender as suas vontades e tratando-as bem.