A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 06/08/2019
Em tese afirmante, é indubitável que uma vicissitude instalada no âmbito brasileiro é a violência obstétrica. Nesse contexto, refere-se a esse problema quando o médico realiza o procedimento que aos olhos da sociedade civil pode ser considerado machismo, com dois: o ponto do papai e a episiotomia. Nesse sentido, observa-se que a, o ponto do papai consiste em adicionar uma sutura a mais no períneo com finalidade apertar o canal vaginal a fim de proporcionar maior prazer ao homem futuras relações sexuais, já a episiotomia consiste em um corte vaginal para facilitar o parto normal embora exista benefícios nessas práticas pode acarretar malefícios severos como infecção no corte e incontinência urinária. Não obstante, no momento presente, as dificuldades para combater esse problema ainda persistem seja ela, pela impunidade médica ao realizar os procedimentos prestados, ou pelo reflexo da objetivação da mulher na sociedade.
Em primeira análise, vê-se que, dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) reportou que, cerca de 25% das gestantes brasileiras sofrem a violência obstétrica, uma triste realidade intrínseca em nosso cotidiano que precisa ser erradicada. Consoante o filósofo francês Jean-Paul Sartre “a violência, seja qualquer seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota" depreende-se, portanto a necessidade de que se repudia qualquer prática médica, com propósito da preservação da integridade mulher como paciente.
Em segunda análise, nota-se que, o Ministério da Saúde reconhece o termo “violência obstétrica” para retratar maus-tratos na prática médica, como o ponto do papai, ou a episiotomia. É Tácito que, é possível ainda a resiliência do problema na esfera social, frente a provectos fatores que podem eclodir futuramente, como lembranças dos procedimentos médicos, trazendo aversões psicológicas ao paciente, tornando tal questão possível de discussão.
Mediante aos fatos elencados, normativas são necessárias com o fito de corrigir, conseguinte erradicar esse problema social. O Ministério da Saúde deve promover fortes campanhas em hospitais, dos problemas as gestantes que são submetidas a esses procedimentos e como eles podem agravar a vida sexual e psicológica da vítima. É mister que o Governo Federal promova eficientes campanhas em rádios e televisão e menções internet que exija do paciente que seja conversado com o médico que não realiza qualquer dessas práticas supracitadas sem o seu consentimento. Ademais, contudo bem explicitado e explicado de maneiras coerente, o parto passe a ser um sonho na vida da mulher e não um pesadelo.