A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 24/08/2019
O parto decerto é o princípio inevitável de cada vida humana, entretanto ele nem sempre foi feito de tal modo, pelo contrário no histórico deste é notável que eram realizados em posições verticais, também conhecido como parto de cócoras. Desse modo, durante a corte francesa no século XVII , foi introduzido o parto deitado que se popularizou, todavia quase três séculos depois,estudos mostram que tal posição prejudica o nascimento e aumenta a dor durante o ato.
Na sequência, os médicos e enfermeiros que deveriam apenas auxiliar durante o ocorrimento, muitas vezes tomam medidas desnecessárias e, que prejudicam o feito e a mulher, cometendo contra essa uma violência obstetrícia. Atos como, aplicar oxitocina, impedir acompanhante, ser amarrada e, insultos, mostram o ato violento.
Um estudo realizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), revela que 830 mulheres morrem todos os dias por complicações no parto e gravidez, porém, se for estimados o número de mulheres que sofrem violência obstetrícia os índices aumentariam drasticamente. Somente no Brasil, uma em cada quatro mulheres sofrem essas violências, o que mostra um problema alarmante.
Com finalidade de resolver esse problema, o Ministério da Saúde ficar mais deveriam aplicar normas mais rígidas contra essas violências e, juntamente com a sociedades criar campanhas de conscientização. Ainda mais, os hospitais públicos deveriam aplicar o chamado parto humanizado, na qual a mulher fica numa condição mais acolhedora, afastando da realidade hospitalar, por exemplo, partos feitos em águas mornas.