A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 16/09/2019
Segundo o Estado, todos possuem a liberdade de executar o que for de acordo com a própria vontade, tanto pela questão física ou psicológica Porém, não é aplicado tal ideia atualmente, já que,ao se tratar da violência obstétrica, a violação das mesmas é constante. Dentro disso, pode se dizer que não se possui o espaço, em hospitais por exemplo, e nem a empatia social para tal problema, consequentemente, a problemática é inevitável. Para começo, a educação vive momentos conturbados, e a falta de infraestrutura para a formação de profissionais da saúde é muito presente no Brasil, e portanto, professores qualificados são escassos. Em um contexto conturbado, estudantes não possuem formação suficiente, no que resultam em profissionais pouco qualificados ao se inserir na área medicinal. Analisando o fato de se realizar a cesárea, que parte de um método que facilita os médicos, é mais dolorido e perigoso a mulher, devido a todo um processo cirúrgico.
Isso se dá conta de todo o pensamento individualista. O sentimento da empatia não está mais sendo notado na sociedade nos dias de hoje, se ligando ao altruísmo, muito escasso hoje em dia. E também, ao se analisar o tratamento das gestantes nos hospitais pode se retomar sobre o tema, como alimentação muito controlada e insuficiente, muitas dores. Com tudo isso, o fisco é bem afetado, e tal fato, prejudica a saúde materna.
Com todo o contexto, é inevitável o processo de regulamentar as leis da saúde pública, para proteger a população gestante. O ministério da saúde deve divulgar formas de ajuda, agregar o ministério de educação, ligando a formação dos profissionais da saúde, e a melhora da infraestrutura nos hospitais para modo de atender com total segurança as mulheres grávidas.