A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 17/09/2019
Violência ao parto
Uma mãe ver seu filho nascer, é uma das maiores bênçãos da vida de uma mulher na qual procura constituir uma família. Para se conceber a criança na hora do parto, existem duas opções, parto normal, onde a criança é parida pela vagina da mãe, e a cesárea, uma prática de risco contra a vida da mãe, realizada em apenas casos necessários, quando não é a opção da mãe. Essa prática constitui em fazer uma incisão entre a barriga e a região genital da mãe e retirar a criança por lá. Hoje em dia, a cesárea tem causado uma polêmica muito grande, já que muitos médicos na hora do parto, colocam em risco a vida da mãe, fazendo uma cesárea sem o consentimento da mesma.
Um doente maiores problemas da cesárea, é seu risco de mortalidade, tanto da criança, como principalmente da mãe. A cada mil mães, vinte delas faleceram por conta da operação, enquanto no parto normal, apenas 3 a cada mil mãe vêm a falecer. Isso leva a perceber a periculosidade de um dos tipos de parto.
Além disso, em muitos casos, os médicos que ali estão presentes, negligenciam certas práticas previstas por lei para a gestante, como direito a um acompanhante, ou até mesmo, não anestesiam-nas. Menos de 40% das mulheres que vão fazer um parto recebem as anestesias que são obrigatórias, e ainda por cima, em muitos casos, as mesmas são mal tratadas pela equipe ali presente.
Tendo essas informações em mente, é possível perceber que a violência obstétrica é algo frequente nos hospitais, e essa prática deve ser acabada. O ministério da saúde, por meio de leis, deve criar uma fiscalização para evitar tais atos horrendo contra as gestantes, e os médicos que forem pegos cometendo tais atitudes, devem sofrer de penas mais severas, afim de criar um ambiente mais próspero e mais harmonioso para a mulher, que dentro de pouco tempo, se tornará mãe.