A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 27/04/2020
À violência obstétrica nunca foi dada a atenção devida, uma vez que é incontrovertível os assédios de diferentes âmbitos vivenciados por mulheres no Brasil. Destarte, abusos morais e físicos, assíduos, na vida das mulheres, são imbróglios na vigente sociedade tupiniquim. Desse modo, a hodierna conjuntura, misógina e patriarcal, apta a inferiorizar a saúde e segurança da mulher, é o principal responsável pelo quadro.
Em primeiro lugar, de maneira análoga às rochas sedimentares, as facetas sociais se constroem lentamente e gradativamente, via pequenos constituintes de um todo. Nesse contexto, heranças que discriminam e subjugam a mulher formam profissionais que lhes negligências a saúde. Por conseguinte, 71% das mulheres não tiveram seu direito previsto na lei garantido, de acompanhamento durante o processo de gravidez, segundo jornal Época. Portanto, tal comportamento evidencia a necessidade de uma reformulação educacional dos profissionais obstetras.
Em segundo lugar, visto que é algo que necessita de um olhar crítico de enfrentamento, em vista dos fatos elencados, configura-se contraproducente a ação do Ministério da Saúde de abolir o temo “ violência obstétrica”. Por fim, deve-se ressaltar a despreocupação e falta de medidas governamentais para mitigar essa problemática.
Mediante aos fatos expostos, conforme a lei da inércia de Isaac Newton, enquanto a força da educação e de iniciativas governamentais não agir sobre a “rocha” da sociedade canarinha-misógina e patriarcal propriamente ditas- a violência obstétrica manterá seu movimento. Ademais, por meio de investimentos na área da saúde do Governo Federal e de levar às escolas esse debate -de maneira lúdica e adaptada à faixa etária, a fim de garantir, infraestrutura para gestantes, novos cursos preparatórios para obstetras e fiscalizações de que as leis estão sendo compridas. Contudo será um longo caminho para que gestantes tenham uma boa experiência em seu processo de gravidez.