A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 02/05/2020
A mitologia Grega conta várias histórias,destacando-se a de Cronos,o qual comera todos os filhos que sua mulher engravidara,deixando-a em profunda tristeza a cada gestação.Em consonância com o fictício,a realidade existente no presente brasileiro se assemelha pela violência à mulher no período gestacional.Logo,é imprescindível discutir quanto ao preconceito à minoria de mulheres que persiste na gravidez,além do descaso dos hospitais públicos com o cuidado prioritário dessas.
A princípio,discorre-se a discriminação das grávidas advindas do machismo persistente na sociedade.No livro “A Garota do Lago” de Charles Donlea retrata um fato assustadoramente real,uma estudante de Direito grávida,a qual fora estuprada e morta no auge de sua vida.Análogo a esse,os episódios brasileiros não se distanciam muito,marcado pela sociedade escravocrata,a qual as escravas grávidas passavam por várias situações deploráveis que apesar do tempo não se extinguiram totalmente,caracterizando o desrespeito atual de um quarto das grávidas,segundo a “Camara notícias”.
Adiante,a limitação do atendimento ao parto das gestante ainda é fato a se rever,visto que,a maioria não recebe medicamentos de alívio e nem alimentação própria nesse procedimento.A Constituição revela a existência do direito de proteção à maternidade,contudo,as instituições que deveriam exerce-la de forma substancial,não cumprem totalmente seus princípios.Por isso,a manutenção de uma resolutiva,para essa premissa,se torna imprescindível nesse momento de fragilidade da mulher para dar a luz.
Sob visão dos fatos relatados,é necessário a superação do machismo que adoece a parcela grávida de uma sociedade,além de rever os cuidados precisos nos hospitais para essas.Assim,é importante que as secretárias de proteção à mulher aumentem suas campanhas de defesa e denúncia nas redes sociais com ajuda das “influencers” e “Youtubers” a favor das gestantes e contra qualquer tipo de ação preconceituosa.Como também acionar o poder executivo em parceria com o ministério da saúde para rever a lei de proteção à maternidade com uma maior atenção na obstetrícia,visando sempre o melhor para as cidadãs brasileiras e suas pequenas gerações.