A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 19/05/2020
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garantir a todos os indivíduos o direito á saúde é ao bem-estar social. No entanto, a violência obstetrícia no Brasil, tem sido um grande problema devido os maus trato sofridos pela gestante durante o parto isso impossibilita que essa parcela da população desfrute dos direitos universal na prática seja pela violência física ou verbal ou pela violação de seus direitos.Nesta perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
Em primeiro lugar, é importante pontuar que o mal tratamento oferecido as mulheres gravidas durante o parto pelos hospitais públicos, tem sido principal causa do problema por força o parto de maneira violenta com ferramentas para puxar cabeça da criança.Neste sentindo, mostra a violência que são submetida por não ter Liberdadede expressa sua dor sem sofrer ameaça ou violência física é verbal é por não ter direito a um acompalhante durante o parto deriva baixa atuação dos setores governamentais, no que concerne na criação de mecanismo que coíbam tais recorrência.Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da populaçao. Entretanto, isso ocorre no Brasil, devido falta de atuação das autoridades aumentado o número de cesárea desnecessária .Desse modo, faz-se mister a reformulação da postura estatal de forma urgente.
Outrossim, destaca-se que a falta cumprimento das leis na prática é por não ter seus direitos garatindo como impulsionador do problema. de acordo com Sartre, a violência,seja qual for á maneira como ela se manifesta,é sempre uma derrota.Partindo desse pressuposto por fazer muitos procedimentos sem consentimento da gravida como o “ponto do marido’’ que são pontos estas desnecessarios que causa dor na mulher durante relações sexuais tudo isso retarda resoluçao do enpecilho. já que, falta de fiscalização contribui para perpetuação do quadro deletério.
É evidente, portanto, que ainda há entravés para garantir solidificação de políticas que visem a construçao de um mundo melhor.Destarte, com intuito de mitigar a violência obstetrícia contra mulher necessita-se urgentemente que o Tribunal de Contas da União, direcione o capital por, intemedio do Governo em conjunto com o Ministério da Saúde devem pror um projeto de lei, entregue a Camêra dos Deputados por meio de uma medida protetiva para o combater a violência obstetrícia dando direito as gravidas a ter um acompalhante durante o parto é que haja fiscalização nós hospitais verificar se atos de violência física é verbal é violação dos direitos não está sendo praticado realmente é se as leis está sendo cumpridas.Afim de que os tecidos social se desprenda de certos tabus para que não viva a realidade das sombras, assim como a alegoria da caverna de platão.