A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 26/05/2020
Trauma, desvalorização dos pacientes, consequências. Entre os fatores relacionados a violência obstetrícia em debate no Brasil, percebemos que a negligência com a sociedade brasileira é bastante relevante, o que contribui para diversos problemas. Nesse sentido convém analisar as principais causas e possíveis medidas para esse impasse social.
Inicialmente, é importante destacar que a violência com as gravidas é, de fato, um desafio na população. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde) a violência atinge 1 em cada 4 gestantes no Brasil. É, portanto, inadmissível que, em um país com alta taxa tributária o Governo não esteja desenvolvendo projetos amplos de educação e orientação nos hospitais.
Somado a isso, há casos de hostilidades contra as gestantes tanto físico quanto verbal. “Todos os indivíduos de uma sociedade democrática possuem a mesma importância além dos mesmo direitos e deveres.” A declaração do filósofo Tomás de Aquino nos permite refletir sobre os direitos que a sociedade possui, sendo cuidados e respeitados independentemente da situação. É inaceitável que em um país Signatário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, as gestantes não tenham seus direitos e suas dignidade preservada.
Sendo assim, a desvalorização das pacientes em nosso país é preocupante e requer medida socioeducativas para ser combatida. Dessa forma, o Governo Federal deve promover debates sobre a violência obstétrica nos hospitais por meio de palestras com exposição sobre consequências relacionadas a esse tipo de impasse. Espera-se, com isso, que a sociedade seja mais igualitária e democrática como declarou Tomás de Aquino.