A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 10/06/2020
De acordo com João Paulo II, a violência destrói o que ela pretende defender: a dignidade da vida, a liberdade do ser humano. Logo é exatamente isso que muitas mulheres sofrem com a violência obstétrica, pois, de fato, o que deveria ser um momento importante acaba se tornando um trauma.
Pode-se observar que mesmo com o avanço da medicina, pessoas da área da saúde, como médicos, enfermeiros, entre outros, perpetuam práticas inadequadas. Citando-se os abusos, maus tratos, desrespeitos e a falta de conforto durante o parto da mulher.
Em consequência disso, nota-se que 25% das brasileiras afirmaram ter sofrido a violência obstétrica. Dessa maneira o medo de ter um filho nos hospitais brasileiros torna-se constante, no entanto, isso não deveria acontecer,pois, é de extrema importância a segurança da mulher no nascimento do bebê.
Levando em conta tudo o que foi observado, é necessário que haja uma mudança nos atendimentos das instituições de saúde, por exemplo, o profissional de enfermagem tem como obrigação trabalhar com o ambiente apropriado, dando toda a sua atenção e apoio para a mulher durante o parto. Além disso, o ministério da saúde deve reduzir medidas desnecessárias como, o uso de ocitocina ( hormônio que tem a função de acelerar o parto), corte no períneo (entre a vagina e o ânus) e a obrigação da cesariana sem o consentimento da mãe. Dessa forma leva o parto a ser bem sucedido, tornando o momento tão especial para a vida de uma mulher.