A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 13/11/2020
Em primeiro lugar, sabemos que quase 2% da população brasileira, nunca ouviu falar sobre a violência obstetrícia, e que só tomaram parte ou conhecimento, pelo fato de algum parente ter sofrido com essa prática. Ademais a violência obstétrica normalmente acontece no período da gestação, parto, nascimento ou ate mesmo no pós-parto, e muitas mulheres são submetidas a isso, muitas ficam com sequelas ou nem mesmo sobrevivem. Além disso a violência obstétrica não e apenas física, mais também psicológica, verbal, simbólica ou sexual e além de negligentes e discriminações.
A princípio essas práticas submetem as mulheres a normas e rotinas rígidas e muitas vezes desnecessárias, médicos e enfermeiras desrespeitam seu corpo e seus ritmos naturais. Ademais muitas mulheres sofrem isso, infelizmente por conta da desigualdade social, são menos favorecidas. Ainda mais são submetidas a ameaças, gritos, chacotas e piadinhas, no momento que era para ser único, e transformado em um momento de terror, medo e insegurança. Como também segundo o Ministério da Saúde, 65,9% das mulheres já sofreram violência obstétrica, e grande parte delas são negras.
Por seguinte os casos de violência ou práticas são comuns entre as mulheres brasileiras, tratadas de forma agressivas ou recriminar quando ela grita ou chora. Como resultado, temos o caso da Joyce Guerra de 31 anos, que o bebê estava para nascer, por parto normal. Porém a equipe optou pela cesárea, recusou-se a chamar a médica que atendia a paciente e não deu a ela ( que é deficiente visual), explicações sobre o que estava acontecendo, “Avisei que a anestesia não pegou. Mesmo assim, fizeram a cesárea” disse Joyce. Faz se urgente que o Ministério Público faca medidas de prevenção, para que acha uma devida punição para esses atos desumanos.
Dessa forma, as mulheres que sofrerem com a violência obstétrica, podem esta fazendo a denuncia para o CRM Centro Regional de Medicina, para que esses indivíduos tome a devida punição. Ainda mais o Ministério da Saúde diminua as taxas de uso de Ocitocina (hormônio que acelera o processo do parto), que seja utilizado somente no caso de extrema necessidade. Além disso o Ministério Público ajude essas mulheres carente, dando todo suporte para ela, dando a devida segurança de que nada vai acontecer. Sendo assim grande parte das mulheres, não sofreram mais com a violência obstétrica..