A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 20/11/2020
No Brasil, a discussão sobre a violência obstétrica tornou-se relevante nos últimos anos. Com isso, a ausência da empatia pelos profissionais da área da saúde e a falta de conhecimento da população mediante ao assunto atuam como os principais fatores no aumento do problema.
Em primeira análise, é inegável que há um irresponsabilidade afetiva dos médicos e enfermeiros para com os seus pacientes. Segundo o filosofo Roman Krzonaric, " A empatia é, de fato, um ideal que tem o poder de promover profundas mudanças sociais". Desse modo, é de suma necessidade por meio desses profissionais um cuidado e preocupação para com as gestantes, pois, encontram-se em um dos momentos mais frágeis da sua vida. logo, precisam ser respeitadas as suas escolhas na hora do parto.
em segundo plano, percebe-se uma falta de informação das mulheres sobre a violência na hora da concepção da criança, por ser uma dor “normal” e natural pelas mulheres da antiguidades. Segundo dados do site humanista, “a violência obstétrica atinge 1 em cada 4 mulheres no Brasil” e por não ser um termo muito discutido no país, acontece mais frequentemente do que se pode imaginar. Dessa forma, nota-se a gravidade do problema e como mulheres acabam tendo seus direitos violados por não ter essa informação, agravando ainda mais para as que são negras, adolescentes e de baixa renda.
Entende-se, portanto, a necessidade do Ministério da saúde juntamente com o poder legislativo criar uma lei eficaz que venha punir severamente o ato nos hospitais e clinicas. E uma outra medida pertinente para alertar a população, é por meio de campanhas midiáticas e debates sobre o tema de forma mais abrangente e frequente, no intuito de levar o conhecimento á um número maior de pessoas.