A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 21/11/2020
Embora o termo “Violência obstétrica” seja considerado novo, o sofrimento das mulheres durante a assistência ao parto já era relatado em meados do século XX. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar a violência obstétrica em debate no Brasil visto que 70% da população brasileira é mulher, o termo “parto” deve ser questionado.Nesse contexto deve-se analisar, a falta de humanização em consonância a negligência dos profissionais contribuem majoritariamente para tal problema.
Em primeiro plano, evidencia-se que os direitos direccionados as gestantes presente na lei 17.097- que cria mecanismo de divulgação e combate a violência obstétrica- está sendo desvalorizada diante da perspectiva da humanização. Nesse viés, grande parte das mulheres gravidas tem receio de buscar ajuda medica por falta acolhimentos desencadeando problemas psicológicos. Desse modo, o filme " A mão que balança o berço" relata a história de uma menina jovem que sofreu abuso sexuais do seu obstetra, problemas esse que é corrente na população brasileira.
Outro ponto relevante nessa tematica é, cinco a oito mulhres sofrem algum tipo de violência obstétrica por negligência dos profissionais. Nesse sentido, o sociólogo polonês Zygmaunt Bauman, em sua obra Agueira Moral, fala sobre a falta sobre a falta de sensibilidade do homem em meio as dores do seus semelhantes. Dessa forma, de modo geral há muitas gestantes sendo inferiorizadas por sua raça, idade, religião, até mesmo condições financeiras, acontecimentos esses dentro de clínicas hospitalares com profissionais indisponível que não tomam o posicionamento devido.
Portanto, o agente de saúde deve proporcionar as gestantes cuidados particulares por meio, de visitas durante todo período de gravides com finalidade de acabar com a humanização. Ademais, o poder legislativo deve, fiscalizar as leis a direcionada as gestantes, com intuito de acabar com desigualdade presentes nos hospitais e as desrespeitos e violências cometidas com as gestantes durante o parto. Quem sabe assim, a violência obstétrica não será mais um problema no Brasil.