A violência obstetrícia em debate no Brasil

Enviada em 18/01/2021

O Jornalista Gilberto Dimentain ao produzir sua obra “Cidadão de Papel” afirma que a consolidação de uma sociedade democrática exige a garantia dos direitos fundamentais ao seu povo. No entanto ao observar a violência obstetrícia no Brasil, constata-se que tais direitos não tem sido pragmaticamente assegurados na prática. Como efeito de tal, cabe ressaltar o fator sociocultural e a inssuficiência legislativa como principais pilares dessa chaga.

Em primeira analise torna-se necessario evidenciar a questão sociocultural. Em virtude disso, segundo o pensador Emile Durkheim a sociedade deve ser analisada de forma critica e distanciada do senso comum. Portanto ao analisar que o contexto social machista, no qual a sociedade brasileira está inserida, dificulta a discussão relacionada a assuntos que se referem a saude da mulher, constata-se a necessidade de uma discussão profunda sobre o tema a fito de tornar o país mais equânime.

Ademais cabe ressaltar a ineficácia legislativa. Já que de acordo com o filosofo Aristoteles a politica tem como finalidade promover uma vida digna ao seu povo. Levando em consideração o ponto de vista do pensador nota-se que a legislação brasileira é falha visto que ao não ser capaz de promover leis que combatam tal violência obstétrica corrobora para atenuar a problemática.

Em virtude dos pontos apresentados, ações para combater tal imbroglio tornam-se necessarias. Emissoras de televisão por meio de programas televisivos de grande audiência devem consultar especialistas na area de obstetrícia a fito de conscientizar os espectadores de forma critica para que os mesmos compreendam a situação da problemática. Tal ação ocorrerá por uma parceria publico privada promovida pelo estado. Em somátoria o congresso nacional elaborará leis e ações visando a garantia dos direitos de todos e o combate a violância obstétrica no Brasil. Executadas as propostas apresentadas, com a visão critica de Durkheim e a justiça de Aristoteles a sociedade brasileira deixará de ser uma sociedade de papel como enfatizou Dimenstain.