A violência obstetrícia em debate no Brasil

Enviada em 13/05/2021

Sobretudo, desde os primórdios o homem é patriarcal e as mulheres submissas, devido o fator do machismo, a mulher é vista como reprodutora. Analogamente nos dias atuais, carrega resquícios, o qual é fruto de reflexos históricos, em que as gestante são subjugado a condições de perigo, afetando a saúde mental e física,além disso a desumanização da medicina no parto, é notório que a violência obstétrica no Brasil se tornou comum.

Dessa forma, o documentário brasileiro, “Renascimento do parto”, são retratados episódios de violência obstétrica, e resistência, o filme traz vários conceitos importantes como a importância do parto humanizado. Fora das telas o cenário assemelhe-se com a realidade visto que a indústria da medicina prioriza o parto mais rápido, para economizar tempo e ganhar mais dinheiro, é comum a realização de partos cesáreos, sem a necessidade e sem autorização da mulher, evidentemente a sociedade não tem conhecimento sobre essas práticas.

Outrossim, em decorrência disso, a falta de noção e de direitos da gestante, acarreta poucas denúncias, além disso sofrem com a violência física e psicológica, bem como o fato da própria criança sofrer com o parto, exemplo disso foi o acidente em Belém, o qual a criança teve a cabeça arrancada no processo, ademais mesmo diante da falta de compreensão e responsabilidade de alguns profissionais da saúde, acabam saindo sem punições, tornando cada vez mais comum esses conflitos na medicina obstétrica.

Logo, visto que a violência obstétrica é fruto de reflexos históricos. cabe ao Ministério da Educação impor uma grade de ética e humanização mais lucido nos pátios das faculdades de medicina, visando honrar o juramento Hipócrates. Além disso o Estado com a cooperação do Poder Legislativo, criar uma lei contra a violência obstétrica, por fim os meios midiáticos, alertar a sociedade, com propagandas, novelas, filmes, mostrar declarações sobre tal violência.