A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 18/05/2022
Desde o seculo XVII, com o nascimento do Iluminismo, surge a ideia que a sociedade humana só evolui, quando os indivíduos se ajudam entre si. Entretanto no momento em que se parar para observar a violência obstetrícia no Brasil a ideia praticada pelo iluminismo toma partido didático, mas não é a tomado na execução uma vez que existe falta de achego nas necessidades básicas da gestante gerando antítese na qual a lei propunha e pela falta de explicações na hora do parto.
Primeiramente, é notório destacar que as questões constitucionais e suas aplicações estão na raiz do problema. De acordo com o pensador grego Platão, a política deve ser usada para alcançar a estabilização social por meio do debate e da justiça. Conscientes de que no Brasil a falta de necessidade de atendimento às gestantes quebrou essa estabilização, muitas brasileiras afirmam não ser atendidas pela equipe hospitalar de forma adequada. Prova disso recai sobre a lei de 2005, onde a alimentação, banho, e cuidados são assegurados por lei.
Ademais cabe ressaltar, que a falta de instruções no momento do parto gera problemas. Na visão de Demócrito, fato social é um comportamento e um modo de pensar coletivo, com externalidade, abrangência e, nesse mesmo pensamento, observaram-se comportamentos que não são passados às gestantes sobre quaisquer fatores da gravidez, como o uso de drogas para auxiliar as contrações uterinas ou utilizar a cesariana ao invés do parto normal, em violação a Lei nº 17.087, que visa implementar medidas de proteção às gestantes.
Portanto com o objetivo de minimizar a violência sobre a obstetrícia no Brasil é dever do Governo Federal, juntamente com o Ministério da justiça, exigir que a lei seja aplicada por meio conscientização e debate nas câmaras municipais e hospitais sobre a violência geradas.Somente assim podendo garantir às futuras mães brasileiras o seus direitos.