A violência obstetrícia em debate no Brasil

Enviada em 08/05/2022

No que se refere a violência obstétrica,pode se dizer é um termo que assusta, com razão. Pois muitas mulheres já foram vitimas desse tipo de agressão que pode ser física ou mental, durante o parto. Contudo o que era para ser um momento único vivenciado pela mulher, no entanto ás vezes acaba se tornando uma experiência traumática.

Alguns anos atrás o tratamento ríspido e conduta médicas eram aceitas sem contestar, atualmente a situação está começando a mudar. OMS(organização mundial da saúde); se manifestou sobre esse caso e publicou um documento sobre a prevenção e eliminação de abusos e desrespeito, durante o parto. O debate é de extrema importância, pois ainda nos dias atuais muitas mulheres ainda continua sendo vítima de violência justamente no momento que estão mais vulneravéis.

O papel do profissional que está na assistência do parto, têm de ter a humanidade e total apoio para a paciente. “Após 14 horas em trabalho de parto eu já não tinha mais forças e a médica subiu em cima de mim para que minha bebê conseguisse sair”, conta uma das vítimas,que realizou o parto pelo SUS.Procedimentos médicos desnecessários, como exame de toque a todo instante ou cesárias desnecessárias são atos de violação aos direitos humanos. Faz se urgente que o ministério público apure tanto a conduta do profissional e da instituição, para que acha uma devida punição para esses atos desumanos.

Dessa forma, medidas são necessárias para resolver esse problema social. Portanto, o Ministério da saúde deve reduzir as taxas de intervenções desnecessárias como o uso da ocitocina(hormônio que acelera o processo do parto),corte no períneo, entre outros. Esses procedimentos só deveriam ser usados apenas em situações de necessidade. Em consonância, com a mídia que tem um papel de importância para da a população a informação necessária sobre o assunto. Afinal, um parto bem sucedido, deve ser considerado,os aspectos emocionais, humanos no processo que deve ser “dar a luz”.