A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 11/05/2022
No documentário “Parto Natural” de José Gaspar, é retratado os benefícios do parto natural, de modo a criticar as práticas desnecessárias de cesarianas no Brasil. Nesse sentido, a obra foca na violência obstetrícia em debate no Brasil, na qual muitas mulheres relatam já ter sofrido algum tipo de agressão ou ofensa, durante o parto. Logo, essa problemática está associada a falta de medidas de informação e proteção à gestante.
Primordialmente, vale ressaltar que muitos hospitais insistem em práticas antiquadas, visto que muitas vezes a paciente passa a ter sua saúde física e emocional violentada. Segundo, Joice G. de 31 anos que é deficiente visual, no momento de seu parto normal a equipe médica optou por realizar a cesárea sem consultar a médica que atendia a paciente e sem a anestesia ter sido aplicada corretamente. Diante disso, é visível que muitas brasileiras sofrem violência obstetrícia no momento mais frágil e doloroso que é o nascimento de seu bebê.
Sobre esse viés, é importante destacar que ao invés de profissionais na área da obstetrícia apoiar e ajudar a mulher gestante durante seu trabalho de parto, muitos acabam humilhando e tratando essas pacientes de forma agressiva. Uma vez que, a violência obstetrícia pode ser considerada por atitudes, como recusar atendimento, impedir a presença de acompanhante, deixar de aplicar a anestesia entre outras. Sendo assim, é notório que o Estado deve intervir nessas ações desumanas, através de multas e prisão de até dois anos.
Portanto, faz se necessário a adoção de medidas que venham cessar com o impasse da violência obstetrícia em debate no Brasil. Dado que, cabe ao MS e ao governo punir qualquer instituição hospitalar que humilhe ou desrespeite a dignidade de mulheres, por meio de sanções jurídicas, a fim de impor limites a essa violência na área da saúde. Para que, assim o parto seja realizado pelos profissionais de saúde com respeito.