A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 16/05/2022
Um assunto muito discutido nos dias atuais relaciona-se com a violência obstetrícia e a necessidade do debate no Brasil. A violência pode vir dos médicos, da equipe hospitalar ou até dos próprios familiares das pacientes. Diversas atitudes se enquadram nessa ocasião destacando entre elas o desprezo aos desejos das mães na realização do parto e também a recriminação de seus sentimentos e o desrespeito.
Primeiramente, vale ressaltar que muitas mulheres são ignoradas diante de suas escolhas durante a gestação e o processo do parto. Assim, infelizmente, tornou-se abrangente relatos de mães que passaram por uma cirurgia de cesárea, mesmo com a sua escolha pelo parto normal. De acordo com site Azmina 61,5% das 150 mulheres apontam que a cesárea foi por sugestão médica e não escolha própria.
Ademais, outra condição associada a violência obstetrícia muito recorrentes no país é a falta de medicamento para alívio da dor da paciente, que acontece desde o início das contrações até o momento do nascimento da criança. Dessa maneira, a situação se torna desconfortável e até traumatizante para a mãe. Assim também, o desrespeito é recorrente em outros casos, como o caso de Anne Rammi (arte-educadora de São Paulo) em que seu médico marcava um churrasco enquanto fazia o processo do corte em sua barriga, além de outras agressões morais as quais ela teve que escutar.
Portanto, medidas devem ser tomadas para que reduza o número de violência obstetrícia no país. Dessa maneira, cabe ao governo, por meio do Ministério da Saúde principal órgão responsável pelo assunto, em união ao Ministério da Educação, elaborarem leis federais que garantam o direito e a segurança da mulher em todo o período de gestação, criarem meios que levem informações dobre o assunto para que o conhecimento alcance a todas, garantirem que o atendimento seja adequado e que todas as leis sejam cumpridas.