A violência obstetrícia em debate no Brasil

Enviada em 18/05/2022

Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, é garantido à toda população um tratamento digno e respeitoso nos setores de trabalho. Entretanto, a violência obstetrícia no Brasil opõe-se a esse direito. Pois, com os índices de mortalidade materna e a ausência de infraestrutura adequada no sistema público brasileiro, tornando-se notório a problemática na sociedade.

Em primeira crítica, evidencia-se a ocorrência de fatalidades durante o processo de parto nos hospitais brasileirios. Com isso, é ressaltado o caso de Alice Pereira Silva, mulher grávida que, de início, foi forçada pela equipe médica a realizar uma cesárea contra vontade própria, além de ter sofrido brutalidades no processo, e por fim, não ter resistido, de acordo com o jornal uol. Logo, pode-se concluir que há necessidade de melhores circunstâncias voltadas à vida da mulher.

Ademais, é observado as deficiências que o Sistema Único de Saúde, ou seja, SUS, possui constantemente. Diante disso, os dados do IBGE indicam que acerca de mil hospitais, apenas no estado de São Paulo, registram 567 denúncias de ocorrência de violência obstetrícia. Em síntese, essa problemática mostra o distanciamento afetivo e saudável com a mãe, devido aos estados insalubres expostos.

Portanto, a fim de garantir boas condições às mulheres e reduzir os índices de brutalidade no parto, o Governo, especificamente ao Ministério da Saúde, deve promover melhora e reforços nas fiscalizações das intervenções médicas através de verbas voltadas à essa área da saúde. Em consonância, as mídias sociais, as quais possuem um papel importante para compartilhamento de informacões, deveriam esclarecer a realidade e os aspectos emocionais por trás da “bela imagem” criada sobre a gestação por meio de propagações de dados e referências.