A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 18/05/2022
No dia 16 de maio de 2022, deputado Alexandre Padilha do PT- SP demanda a suspensão dos ensinos rudimentares que estimula métodos arcaicos e violentos durante as gestações e partos. Nessa perspectiva, mostra-se relevante pensar no caso da violência obstetrícia no Brasil e suas discussões, visto que a falta de profissionalismo dos médicos e envolvidos afeta a paciente gestante e nos piores casos, a paciente sofre a violência obstetrícia e não sabe devido à falta de informação e debate entre outras mulheres. Sendo esses as problemáticas mais relevantes do cenário atual.
De início, é notório destacar que a violência obstetrícia é crime e ocorre devido à falta de profissionalismo ou a utilização de métodos antigos na hora do parto. Isso porque certos médicos e a equipe do hospital não respeita a preferencia da paciente ou a desrespeita-a na gestação ou durante o parto. Prova disso recai no exemplo da Joyce Guerreira de 31 anos e deficiente visual onde em seu parto foi vítima da violencia em que a equipe médica optou em fazer cesaria em seu parto sem chamar a médica da peciente e aproveitando de sua deficiencia visual criando desculpas para exercer a cesaria.
Ademais, cabe ressaltar que muitas das mulheres que ja passaram pela sua gestação e parto podem ter sido vítimas de violencia obstetrícia e não sabem ou tiveram noção que sofreram tal ação. Esse contexto envolve vários fatores como o nervosismo na hora do parto e a falta de conhecimento sobre os procedimentos corretos que deveria passar durante esses estágios. Dados que comprovam isso são da pesquisadora Vittória Braz de Oliveira Alves que segundo sua pesquisa com certa quantidade de mulheres, 14 das pesquisadas não soube explicar ou não tem noção do que é a violência obstetrícia.
Com objetivo de minimizar a violência obstetrícia no Brasil é dever do instituto da saúde que conscientize as pacientes sobre o caso para poderem denunciar tais ocorrências com sigo mesmas por meio de projetos e organizações que ira guiá-las e informá-las sobre seus direitos e oque está certo ou errado época da gestação e o parto. Somente assim, podemos garantir a saúde e segurança das grávidas e dos seus filhos que estão para nascer.