A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 18/05/2022
Com o passar do tempo, a maternidade tem sido cada vez mais planejada pelas famílias. De maneira análoga a isso, a ârea de saúde vem crescendo progressivamente mais, mas esse aumento nem sempre é para o melhor. Os casos de violência obstetrícia vem gradualmente sendo mais comuns no Brasil, os atos praticados por profissionais de saúde prejudicam a integridade física e psicológica da mulher gestante. Nesse conceito, destacam-se dois aspectos importantes: denúncia contra tal abuso e a percepção dos profissionais da ârea da saúde.
Primeiramente, é sem dúvida a denúncia contra o abuso durante o parto, infelizmente 25% das mulheres que tiveram filhos pelas vias naturais na rede pública e privada sofreram violência obstetrícia no Brasil , de acordo com uma pesquisa da Fundação Perseu Abramo. Desse modo, os comportamentos que as mulheres sofrem como humilhações verbais, tratamento rude, práticas invasivas causam contrangimento e insegurança na parturiente. Conquanto, a denúncia contra qualquer tipo de abuso é fundamental.
Além disso, é notório a percepção dos profissionais da ârea da saúde acolher a mulher tratando de forma digna, respeitosa, saber escuta-la para não prejudicar a saúde psicológica da mulher durante um momento tão importante da vida dela. Dessa forma o documentário brasileiro “O renascimento do Parto”, que foi lançado em 2013 chama atenção para violência sofrida pela mulher com um parto de total desrespeito da parte do medico. Sendo assim, a conscientização dos profissionais é alicerçal.
Em vista dos fatos supracitados, faz-se necessário a adoção de medidas que venham diminuir a violência obstetrícia no Brasil. Por conseguinte cabe as mulheres fazerem denúncias de forma a efetivar a saúde feminina a fim de que o Governo Federal devem implementar leis que condenam medicos e hospitais criminalizando a violencia obstetricia. Somente assim, a mulher será respeitada e tratada bem no período de sua gestação.