A violência obstetrícia em debate no Brasil

Enviada em 18/05/2022

Segundo a Constituição Federal Brasileira de 1988, todo cidadão brasileiro tem direito ao acesso à saude pública. Entretanto, recentemente, foram relatados casos de violência obstretícia por todo país, onde mulheres são violadas durante o período da gravidez pelos profissionais de saúde, seja através de comentários preconceituosos sobre seu corpo ou abuso sexual em momentos de vulnerabilidade.

Em primeiro lugar, o preconceito contra corpos femininos no Brasil em algo ainda muito presente na sociedade, especialmente quando as mulheres ficam grávidas. Ademais, cria-se um mito onde pessoas não magras não têm capacidade de criar uma criança saudável. Assim, médicos descridibilizando mulheres acima do peso por preconceito contra pessoas gordas.

Segundamente, 25% das mulheres relataram terem sofrido abuso sexual durante o parto segundo pesquisa. Assim, é perceptivel que o machismo está presente até na hora do parto, onde mulheres são violadas física e psicologicamente, gerando traumas por conta dessa falta de segurança em momentos de vulnerabilidade.

Por fim, a violência obstretícia deve ser combatida no Brasil. As faculdades de medicina, instituições de ensino superior, deveriam, por meio de palestras, fazer aulas de conscientização para os estudantes de genicologia, para assim, ter um fim nos casos de violência obstetrícia e a Constituição Federal ser validada.