A violência obstetrícia em debate no Brasil

Enviada em 18/05/2022

Segundo a Constituição promulgada em 1988, todos os cidadãos possuem direito a saúde e segurança, e em caso de descumprimento da lei ocorrera punições. Todavia a violência obstetrícia no Brasil, se apresenta como uma situação mais complicada que a maioria. Com isso a violência se passa em casos de ofensas verbais, e também físicas, ambas prejudicando de maneiras diferentes as mulheres no parto.

Primeiramente, os insultos feitos por profissionais de saúde são aproximadamente 25% dos casos. Isso se dá através dos xingamentos direcionados a mulher gravida, ou até mesmo o desrespeito para com a mesma. Logo, a insegurança no trabalho de parto, pode se apresentar com um empecilho para a mãe e gerar possíveis complicações.

Em segundo plano, a violência física faz parte de mais de 75% dos eventos acerca do assunto. Isso se demonstra principalmente em cesárias, em que os médicos se recusam a aplicar anestesia nas pacientes. Segundo Erica “além da dor estonteante causada na mulher, os danos psicológicos são inimagináveis, e não deveriam ser causados a ninguém”.

Em suma, o Ministério da saúde, órgão responsável pela saúde pública, deveria gerar leis para punir severamente os funcionários que causam essas dores as mães. Com isso as taxas de violência obstetrícia cairiam, criando um ambiente mais seguro para as futuras mulheres.