A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 18/05/2022
Violência obstétrica é, sem dúvida, uma palavra assustadora, e por boas razões, de acordo com a pesquisa Nascer no Brasil, 45% das gestantes atendidas pelo SUS no parto são vítimas de maus-tratos. Muitas mulheres são vítimas desses ataques, tanto fisicamente quanto mentalmente, durante o parto. A expectativa é tornar algo único para as mulheres, no entanto muitas vezes acaba sendo uma experiência traumática.
Primeiramente, podemos que em um passado nem tão distante, tratamentos e práticas médicas violentas era uma prática comum. A Organização Mundial da Saúde (OMS); falou sobre o caso e publicou um documento sobre prevenção e eliminação de abusos e desrespeitos durante o parto. Esse debate é importante porque, ainda hoje, muitas mulheres são vítimas de violência em seus momentos mais vulneráveis.
Em segundo lugar, o profissional tem uma função muito importante na assistência ao parto, oferecendo suporte à paciente. Procedimentos médicos desnecessários, como exames físicos a qualquer momento ou cesarianas desnecessárias, são violações de direitos humanos. e a agência, por isso pune adequadamente esses atos desumanos.
No entanto, cabe ao Estado alertar e conscientizar a população através de campanhas, ensinando seus direitos principalmente a mulheres, criar leis severas que punem os praticantes da violência obstétrica, formar profissionais capacitados e orienta-los.