A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 18/05/2022
Mulheres são por natureza mais frágeis que homens e isso acaba influenciando em precisarem de mais cuidados e atenção, principalmente em períodos como a gestação. Com isso, evidenciam-se diversos obstáculos no à violência obstetrícia em debate no Brasil, tema que se tornou recorrente nas discussões que envolvem saúde nos dias atuais. Essa violência encaixa-se não só nas práticas físicas abusivas, mas implica também no desrespeito sofrido por uma a cada quatro mulheres que fizeram seus partos em hospitais brasileiros. O que revela uma carência por parte da saúde básica e falta de cuidados pré natais disponibilizados em hospitais públicos.
De início, tem-se os dados obtidos em matérias publicadas no site " DATASUS" que disponibiliza os seguintes dados: 25% das mulheres dizem terem sido desrespeitadas de alguma forma durante o parto ou ao decorrer da gestação, 75% afirmam que não lhes foi dado o direito ao acompanhante previsto em lei Federal, 73% afirma ter passado pelo procedimento do parto normal ou cesárea, sem estar sob o efeito completo da anestesia, esses são apenas alguns entre inúmeros casos. Que reforçam cada vez mais a necessidade e a mercê que foi imposta ao que se diz respeito ao cuidado com as gestantes.
Complementando, cabe ressaltar, que foi aprovado pela Câmara uma lei onde está implícito o que se caracteriza como violência e torna-se crime situações como: ironizaçao para com a dor da paciente , negar que um acompanhante esteja presente, não fornecer corretamente anestesia entre outras, e a pena varia de multas a até dois anos de reclusão para o praticante. Mas isso não impede que esses números que delatam essa violência sofrida pelas mulheres seja cada vez maior.
Por fim, fica evidente a necessidade da resolução dessa problemática social, por meio de leis que garantam uma gestação digna e um parto que respeite sobre tudo a mãe, onde juntamente, o investimento na saúde obstetrícia seja maior, por isso é imprescindível que o Ministério da saúde aja em conjunto com o Governo Federal, aplicando essas novas cláusulas e aumentando a pena para o criminoso, para que assim os números relacionados a essa violência sejam erradicados