A violência obstetrícia em debate no Brasil

Enviada em 18/05/2022

Com a criação da internet, vários movimentos políticos e ideológicos de diversas vertentes se enraizaram nesse mundo virtual. Um desses movimentos, busca ajudar mulheres grávidas que de alguma forma foram violadas no parto sendo assim, trazendo em debate a violência obstetríca no Brasil.

Em uma primeira análise, observa-se segundo o portal jornalístico Globo, que mais de 70 por cento das mulheres no Brasil não receberam alimentação pós parto, não puderam ter em seus leitos acompanhantes e não tiveram procedimentos médicos que combatam a dor durante a parição. Deste modo, observa-se que na grande maioria dos casos há um destrato em relação ao hospital com o paciente, observando de forma nítida uma usúria durante o processo do parto com a mulher. Além do que, mostra-se que apenas 36 por cento das mulheres receberam ocitocina, substância na qual diminui dores durante o parto, segundo o jornal Globo também.

Em segunda análise, retrata-se que há uma imensurável discrepância entre os cuidados mínimos que a mulher deve receber e a forma errônia e criminosa na qual péssimos médicos e hospitais tratam suas pacientes em estado de dar a luz. Com isso, torna-se evidente que fiscalizações estatais e federais devam ser feitas, com a síntese de solucionar esse problema frequente na vida de tantas mulheres. Não apenas, mas camapnhas que relatem esse fato devem ser exibidas em redes de comunicação, mídias sociais e hospitais públicos, visando relatar e alarmar a populção da nação verde-amarela para a violência obstetrícia presente no Brasil.

Em síntese, analisa-se que a usúria que acontece diariamente com as mulheres pelo Brasil não está nem perto de uma solução, exemplificando uma realidade cruel para familias e realidades que sofreram esse tipo de violência.