A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 18/05/2022
Não é novidade que a saúde no Brasil está defasada, observando inclusive relatos na internet de violência obstétrica, termo usado para se referir a qualquer forma de agressão à mulher durante o parto, uma vez que as formas de violência são diversas, podendo variar entre física e psicológica e até mesmo a negação de cuidados básicos e essenciais durante a cirurgia.
Recentemente o termo violência obstétrica foi alvo de questionamentos, já que alguns grupos de defesa da mulher classificaram como incorreto a abolição feita pelo ministério da saúde, alegando que o termo “tem conotação inadequada, não agrega valor e prejudica a busca do cuidado humanizado no continuum gestação-parto-puerpério”, por outro lado temos o Alberto Jorge Guimarães, criador do movimento Parto Sem Medo, que defende o uso do termo, citando casos de mulheres que sofreram abusos durante o parto, como também, explica que excluir o termo do vocabulário não vai fazer esses problemas desaparecerem.
Para solucionarmos esse problema e garantir o direito da mulher de ter um parto sem riscos e com total segurança,é necessário principalmente mais responsabilidade por parte do governo nas áreas da saúde, ainda sim, a população pode reivindicar esses direitos através de movimentos na internet como o “parto sem medo“ que parte de uma iniciativa privada de auxiliar que mulheres que passaram por algum trauma relacionado com o parto se sinta segura.
Observa-se que esse desafio para garantir a segurança no parto da mulher não é algo novo, mais sim um tema que deve ser bem recorrente nos próximos anos, sendo assim de extrema relevância que a população em geral se informe e se preocupe que as devidas providências sejam tomadas .