A violência obstetrícia em debate no Brasil

Enviada em 13/07/2022

O filósofo e economista John Stuart Mill propôs durante o século XIX o postulado conhecido como “O Ideal do Utilitarismo”, no qual, destaca que ações individuais devem visar o bem - estar comum. Entretanto, na contemporaneidade a violência obstétrica nega o estado de bem - estar social. Nesta perspectiva, concerne afirmar que o desrespeito aos direitos da mulher no Brasil é predominante com a violência obstétrica.

Em primeira análise, cabe destacar à vulnerabilidade feminina no momento do parto. Isto ocorre, uma vez que em uma situação tão delicada como a da gestante o que á resta é a confiança no profissional da saúde. É neste momento, que o profissional desqualificado e incapaz acomete a violência obstétrica, tornando assim o processo do parto mais difícil e doloroso. Um exemplo que retrata essa realidade, é o caso exposto em rede nacional da violência obstétrica sofrida pela digital influêncer Shantal. Desse modo, é perceptível que toda gestante está sujeita a riscos obstétricos no momento do parto.

Ademais, cabe dar ênfase na reportagem divulgada pelo site do G1 em 2022, a qual destaca que cerca de 60% das mulheres que sofrem violência obstétrica são residentes em periferias e possuem cor da pele escura. Isto demonstra o elitismo de profissionais da saúde e corrobora com o preconceito e o racismo enraizado no país.

Torna - se evidente, portanto, a predominância da violência obstétrica no Brasil. Mediante o exposto, cabe ao Ministério da Saúde - Responsável por promover a saúde no país - realizar por meio das mídias sociais campanhas educativas acerca da prevenção da violência obstétrica. Espera - se, por conseguinte, a diminuição da violência obstétrica no país