A violência obstetrícia em debate no Brasil

Enviada em 19/07/2022

O movimento sufragista iniciado no século XIX , consistiu na luta pelos direitos feminininos. Embora este movimento tenha sido fundamental para os direitos das mulheres é nítido que a mulher ainda é desrespeitada em todos os setores.Com isso, surge a problemática dos caminhos para a erradicação da violência obstétrica no Brasil, seja pela negligência médica na hora do parto , seja plea falta de leis que protejam a mulher nesses momentos.

Em primeiro lugar , é preciso ressaltar o evento ocorrido no Rio de Janeiro noticiado pelo jornal ‘‘O Globo’’ , fato o qual envolveu um anestesista que abusou covardemente uma mulher em trabalho de parto.Este acontecimento comprova que existe falhas estruturais em hospitais públicos e privados relacionados a falta

de malefícios à saúde mental da mulher.Defronte a isso, é preceptível que é preciso tomar algumas medidas para que a mulher tenha o direito ao nascimento seguro e humanizado da criança.

Outrossim, é conviniente recordar-se que segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) , a violência obstétrica é considerada uma violação dos direitos humanos .Em consoante a isso , é de relevância assinalar que na constituição federal brasileira não tem nenhuma lei que penintecie o infrator por cometer deli-

tos durante o parto. Desse modo , medidas devem ser consideradas para a criação de políticas nacionais para a viabilização de um parto humanizado em território nacional.

Portanto , registra-se que são essenciais medidas para a reversão do pensamento do Estado relacionaod a erradicação da violência obstétrica no Bra-

sil. Para isso , remete ao Congresso Nacional estabelecer direitos à mulher gestante , por meio da criação de leis com intuito de proteger a mulher durante toda a gestação para que toda mulher tenha o respectivo parto da maneira mais humanizada possível para a segurança de ambos. Assim , questões relacionadas

a ocorrência de casos de violência obstétrica não serâo uma realidade no Brasil.