A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 26/05/2023
Na rede social “tik tok”, Ana de Santi faz um relato da violência obstetrícia que ela e sua filha, Sophia Viana, sofreram no parto. A violência obstetrícia no Brasil e suas causas são um dos desafios nacionais. Nesse âmbito, é lícito destacar como principais pilares do problema a irresponsabilidade profissional e as marcas deixada em consequência dessa violência.
Sob esse viés, é importante salientar à má formação dos profissionais da área médica, assim prezando a vida de todos. Conforme essa ótica, o artigo 196 da Constituição Federal de 1988,garante a saúde a todos e é dever do Governo. Contudo, cenários como violência obstetrícia, diagnósticos equivocados, aplicação de remédios errados, o que, consequentemente, geram abuso ou até mesmo mortes, mostra que os poderes públicos não seguem o documento de maior hierarquia jurídica brasileira. Desse modo, tal legislação apresenta resultados insuficientes, já que os governos, atualmente, são incapazes de levar saúde a todos.
Além disso, é necessário ressaltar que as sequelas são resultados do desrespeito. Nesse contexto, para o filósofo grego Platão, “o importante não é viver, mas viver bem”. Destarde, ao seguir essa linha de pensamento, observa-se “viver bem” não segue a ideia da violência que a mulher é exposta no seu momento de vulnerabilidade, visto que, a população vive sem conhecimento algum sobre a luta que as mães vivem depois do parto, com diversos tratamentos, fisioterapia. Assim, a ignorância da população é transmitida de geração em geração, perpetuando o problema do desconhecimento.
Portanto, a urgência de ações interventivas, com o fito de amenizar a questão. Logo, o Ministério da Saúde -responsável pela administração e manutenção da saúde- deve melhorar a qualidade de atendimento para gestantes, fiscalizar profissionais responsáveis na área da saúde, por meio de reuniões constantes, visando que não tenha erros nos procedimentos de extrema atenção, que são os partos e aplicações de medicamentos. Outrossim, é dever também do Ministério da Saúde, disponibilizar tratamentos gratuitos para mães e filhas violentadas no parto, por meio de fisioterapia e acompanhamento psicológicos.