A violência obstetrícia em debate no Brasil

Enviada em 04/07/2023

Condições básicas para o nascimento, é a oferta de hospitais com profissionais qualificados á todas as gestantes. Além disso, no país a condição que seria essencial tem sido deixada de lado, dando lugar a violência obstétrica. Por consequência, um momneto que era para ser especial e único, se torna em alguns casos, uma ocasião traumática. Provavelmente, o Conselho Federal de Medicina não está fiscalizando corretamente ás práticas médicas dos profissionais e a FBAGO não está cumprindo o propósito de fazer pesquisas sobre o que está acontecendo dentro dos hospitais.

É evidente, que em nosso país a violência na sala de parto acontece sem critérios definidos. Diante disso, a maioria dos maus tratos começam em hospitais que exigem que o parto seja cezariana, não dando a mãe o direito de escolha. Nesse caso, já se inicia um peocesso de exclusão de predilação. A OMS, deixa claro que a preferência deve ser do parto natual, onde a cesária seria para partos de emergência ou risco á vida. Porém, cabe a mulher decidir o que é melhor para ela.

Além disso, deve-se evidenciar que a falta de cuidados com a paciente é em grande parte, desumana. Isso é bem visível em diversos relatos, como exemplo o da atriz Klara Castanho que foi vítima de um estrupo e por consequência engravidou. O que era para ser sigiloso e de respeito a vítima, se tornou um caso conhecido mundialmente, exposto por profissionais de saúde de dentro do próprio hospital. Tal acontecimento chocou diversas pessoas, pois foi a própria equipe médica que deveria dar o suporte a mulher não manteve o sigilo. Nesse caso, entra a questão do trabalho da CFM para fiscalizar os profissionais e garantir que não ocorra mais tal situação.

Por conseguinte, é necessário redundar as situações presentes nos hospitais, pois, o combate á violência obstétrica no Brasil deve-se iniciar imediatamente. É essencial que o Conselho Federal De Medicina faça uma fiscalização nos hospitais e que juntamente com as faculdades de Medicina, formem profissionais humanizados para a área, por meio de mais experiências para os estudantes do curso.