A violência obstetrícia em debate no Brasil

Enviada em 19/03/2024

A Constituição Federal de 1988, assegura a saúde como como um direito de todos e dever do Estado. De maneira análoga, tal conjuntura não se aplica a sociedade, tendo em vista os efeitos da desigualdade socioeconômica no país. Verifica-se uma lacuna problemática no aumento gradual de violência obstétrica no Brasil, as causas sofridas são : atendimentos negados, gestantes tendo que se sujeitar a agressões físicas e psicológicas em consultórios e centro cirúrgicos , pela falta de empatia dos profissionais.

Em primeira análise, a violência obstétrica trata-se de uma situação causada a mulher durante seu pré-natal, pós-parto e lactantes, podendo assim ser praticada pelo médico, enfermeiros, técnicos de enfermagem e recepcionista dos hospitais. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que a saúde e como um bem-estar físico, mental e social e não é só válido apenas para doenças. É válido considerar a negligência estatal quanto ao apoio a gestante, várias mulheres e mães vem tolerando agressões físicas e mentais em silêncio, muitas dessas gestantes mal sabem o que é violência obstétrica.

Outrossim, torna-se evidente um grande impacto sofrido pelas mulheres sobre o fato da falta de administração de medicamentos para dor, tendo em vista que a maioria resistem a enorme hostilidade referente a dor. A ausência de medidas preventivas para essas cidadãs vem aumentando gradativamente na sociedade, transformando sua vida em risco. Urge, que o Governo Federal deverá sair da posição negligente e buscar alternativas para evitar tais conflitos.

Portanto, Portanto, é imprescindível a tomada de medidas quanto a violência obstétrica no país, visando promover novas oportunidades para a gestante, a exemplo de Roberto Carlos, deve-se focar em resolver esses impasses que hoje o país enfrenta. Para tanto, o Governo deve realizar ações, desenvolver palestras inspiradas em cidadãs fortes e mães, encontrar caminhos que resolvam essa problemática no Brasil, visando o bem-estar tanto para gestante quanto para seu bebê. Assim, a sociedade e educandos se tornará ampliada e diferenciada, trazendo consigo informações e transformando a vida dessas mulheres.