A violência obstetrícia em debate no Brasil
Enviada em 18/05/2024
O PL 2313/2022,foi esboçada com o objetivo de assegurar os direitos fundamentais da gestante.Entretanto,tal teoria não tem sido vista em metodologias práticas, uma vez que vítimas de violência obstetrícia vem sido aumentado em pesquisas,impedindo que essas mulheres e os nascituros tenham um parto humanizado.O que tem como consequência a frustração e ansiedade.
Diante desse cenário é relevante destacar que esse tipo de abuso,de acordo com a OMS pode ocorrer ao não deixar entrar com acompanhante,procedimentos médicos não consentidos,recusa em administrar analgésicos e entre outros.Nesse contexto é indiscutível que a ausência de fiscalização na maternidade pode custar vidas.Dessa forma,é importante citar o relato da influenciadora Shantal Verdelho que em seu parto foi usado técnicas violentas,e que foi desacreditada por seus parentes e amigos. Em consumância com tal tese é possível falar sobre a videografia feita pela Fiocruz chamada “Nascer no Brasil:Parto,da violência obstetrícia ás boas práticas” no qual realiza entrevistas com diversas mulheres que tiveram partos traumáticos,e como é um momento que eles aproveitam da vulnerabilidade das mulheres.
Ademais,é essencial citar o adoecimento materno emocional como uma das principais consequências da violência obstétrica.Sob esse viés, é possível relacionar tal tese com “O que devemos uns aos outros” de Imannuel Kant,no qual ele fala sobre a ética moral e como nossas ações negativas podem ser prejudiciais uns aos outros.
Nota-se,portanto,a necessidade de reverter esse cenário atual.Para tal é certo que o Governo Federal, órgão de maior importância no âmbito nacional, implemente mais Varas da Infância e da Juventude em locais de alta procura por esses serviços, e fiscalizações nas maternidades. Tal ação deve ser realizada pelo Congresso,criando reuniões e escolhendo uma equipe pequena no início para teste até que se torne um projeto que funcione dessa forma não haveria “violência obstetrícia no Brasil.