Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 05/08/2026
“O abandono é a maior ‘doença’ do idoso, bem como a maior injustiça que pode sofrer: aqueles que nos ajudaram a crescer não devem ser abandonados quando precisam da nossa ajuda, do nosso amor, da nossa ternura”. Essa frase atribuída ao Papa Francisco pode ser facilmente relacionada ao abandono de idosos em questão na contemporaneidade, uma vez que são muitas barreiras enfrentadas por esses indivíduos. Desse modo, é de extrema importância fortalecer os canais de denúncia e ter um aumento midiático em relação ao abandono de idosos.
Nesse contexto, é evidente que o abandono de idosos em questão na contemporaneidade é agravada pela falta de conhecimento em relação aos canais de denúncias e empatia. De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), cerca de 79,54% dos idosos sofrem abandono familiar. Sob esse enfoque, é de extrema importância ampliar os canais de denúncia para que seja possível evitar o abandono dos longevos.
Além disso, é essencial o aumento da representatividade midiática para o fim do abandono aos idosos. É válido destacar que o abandono de pessoas acima dos 65 anos é um problema invisível na mídia. Logo, nota-se que 85% de publicações em telejornais, propaganda de televisão e afins não é voltada ao abandono de pessoas na terceira idade.
Diante o exposto, pode-se perceber que medidas publicas precisam ser tomadas para a alteração do cenário em que se vive. É de grande valia que o Governo Federal, juntamento com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, cirem canais de denúncia, como “Laços que Cuidam” e divulguem por meio de redes sociais oficiais, por propaganda de televisão e telejornais. Ademais, que o Poder Legislativo não seja falho conforme consta no artigo 6º da Constituição Federal de 1988: “são direitos sociais a educação, a saúde, a moradia, a alimentação, o trabalho”. Sendo assim, será possível evitar o abandono entre pessoas idosas no país.