Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 15/01/2021
Na animação ´´ Up- Altas aventuras´´, Carl, um senhor de 78 anos, ao perder sua esposa se isola em sua casa até a chegada de Russell, um menino que muda sua perspectiva de vida. Nesse sentido, fora da animação, o abandono de idosos vai além do isolamento, seja pela exclusão social e digital dos anciões na contemporaneidade.
Em primeiro plano, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2012 e 2017, a população de idosos no país saltou de 25,4 milhões para mais de 30,2 milhões de pessoas. Ademais, com esses índices a o aumento dos abandonos de idosos que não acontecem somente nas casa de repouso ou asilos, como também no afastamento do contato familiar e da sociedade, sendo a exclusão social algo muito ocorrente. Outrossim, segundo o filósofo, ´´Émile Durkheim´´, em ´´Fato social´´, nossa sociedade tende a excluir os que são considerados fora do padrão, logo os anciões são vistos pela população como ultrapassados.
Em segundo plano, a exclusão digital também e evidente, pois as tecnologias ficam cada dia mais complexas e de difícil acesso aos idosos. Igualmente, segundo a ´´Sesc São Paulo´´, os idosos no Brasil sentem-se excluídos tanto da sociedade, como também do mundo digital e muitos tem dificuldades em ler e escrever, logo são excluídos pelos jovens e vistos como incapazes. Do mesmo modo, que a alzabetização digital não acontece a também o desamparo familiar cresce mais rápido que a expectativa de vida.
Portanto, para que o abandono de idosos em questão na contemporaneidade não seja um problema o Governo federal deve reforçar os cuidados prolongados e a assistência na velhice, por meio um projeto de lei levado ao Poder legislativo, a fim de aplicar nessa lei nova multas para as familías que comente o crime de desamparar ao idoso. Além disso, deve ser desevolvido mais atividades nos centros urbanos, como apoio digital e esses idosos oferecidos de maneira gratís para os anciões.