Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 15/01/2021

O Estatuto do Idoso é responsável por assegurar os direitos básicos e uma melhor qualidade de vida para população idosa brasileira. Porém, a lei federal ainda está presente de maneira muito idealizada no país, visto que o aumento da expectativa de vida está gerando um maior número de abandonos e más condições de vida desse público. O qual em muitos casos não adquiriu um planejamento econômico ainda jovem, que promovesse um futuro confortável.

Na música estudo errado do cantor Gabriel o pensador, exemplifica a metodologia de educação brasileira, com a letra:”(…) Decorei, copiei, memorizei, mas não aprendi.” Um ensino com aulas voltadas para a memorização teórica de conteúdos cobrados em vestibulares, muitas vezes não pertinentes para formação cidadã do aluno. Por isso, esse método de ensino contribui profundamente para que a juventude não tenha conhecimento e preocupação com maneiras de se planejar economicamente, resultando na velhice, a dependência econômica dos familiares que muitas vezes desamparam o idoso.

Ademais, é importante ressaltar que os idosos de baixa renda são os mais afetados com abandono, porque com as famílias desestruturadas economicamente e a ausência do poder de auto sustento, leva o indivíduo sofrer drasticamente com o desamparo familiar encarando a triste realidade de viver nas ruas, segundo o Ministério de Desenvolvimento Social, os albergues públicos estão sobrecarregados de idosos.

Portanto, é necessário que medidas sejam tomadas para que haja a diminuição do abondo de idosos no Brasil. Sendo assim, cabe ao Ministério da Educação a promoção de aulas nas escolas sobre educação financeira, por meio de economistas e professores, objetivando o resguardo econômico dos jovens para a velhice, pois ao trilhar esse planejamento ainda na juventude é um grande passo para que não ocorra nenhum tipo de dependência econômica, motivo pelo qual existe as maiores causas de abandono.