Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 15/01/2021
O filme “Up- Altas Aventuras” tem como protagonista um homem na terceira idade. Em algumas cenas, é notório a perseverança de uma criança para não desamparar o ancião principal. Fora da ficção, o abandono de idosos evitado no longa é uma questão na atualidade. Por conta disso, é necessário debater acerca da negligência familiar e da falta de assistência governamental.
Em primeira análise, a família é a primeira instituição a qual o indivíduo está inserido. Sob essa ótica, o blog Portal do Envelhecimento divulgou que a população em asilos aumentou 70%. Tal quadro é preocupante, pois, demonstra a necessidade de ações afirmativas e políticas públicas que influenciem os parentes a firmarem os antigos dentro do ciclo familiar e com a devida qualidade de vida. Dessa forma, é interessante intervenção formal.
Outrossim, o poder público tem papel essencial na manutenção da sociedade. Seguindo esse pensamento, Emile Durkheim, sociólogo francês, conceituou que a organização sanguínea é uma estrutura social e deve ser regulamentada pelo governo. Ou seja, é incontestável que o Estado conceda assistência às famílias de maneira que imponham métodos que evitem o abandono parental em prol do desenvolvimento social. Desse modo, várias ligas devem atuar.
Portanto, faz-se necessária a reversão de tal imbróglio. Para tanto, o Ministério da Família, em parceria com a mídia, pode iniciar o debate da questão, mediante criação de propagandas televisas e virtuais, que inspire a conservação da terceira idade na linhagem, com o fito de sanar com a negligência. Ademais, o Ministério da Economia pode destinar verbas para o espaço familiar, via formação da Bolsa Idoso, programa para idosos e sua família, na base de Diretrizes Orçamentárias, a fim de dar assistência governamental. Logo, todos serão como a criança do filme.