Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 16/01/2021
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2012 e 2017, a população de idosos no país saltou 19,5%, de 25,4 milhões para mais de 30,2 milhões de pessoas. Isso pode ser observado nas ruas e estabelecimentos do Brasil, ao deparar-se com vários idosos caminhando sozinhos e em filas de bancos por exemplo. Portanto, a falta de investimentos para os idosos no Brasil e a solidão das pessoas na velhice são preoculpantes.
Em primeira análise, a falta de investimentos para os idosos na contemporâneidade ocasiona o aumento dos idosos abandonados. Isso é evidênciado com a existência de apenas 3.548 instituições de abrigos de idosos em todo o país, onde vivem 83.870 pessoas com mais de 60 anos, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA. Esses abrigos cada vez mais, tornam-se insuficientes para cariciar a população idosa que são abandonados efetivamente ou físicamente.Deste modo, faz-se necessário investimentos econômicos para os idosos.
Em segunda análise, o aumento da população idosa nos últimos anos contribui com a solidão.Isso ocorre devido a maioria dos idosos não terem saúde suficiente para fazerem companhias ao outro, e seus filhos andarem muito ocupados no trabalho ou em outras atividades da juventude como passear, que acabam provocando a solidão profunda nos seus pais ou parentes idosos. Com efeito, muitas pessoas maiores de 60 anos, se sentem sozinhas a ponto de irem morar nas ruas ou em asilos.
Diante do exposto, o abandono de idosos em questão na contemporaneidade devem serem vistas com olhares de melhorias. O governo federal, em conjunto com o Ministério da Econômia, por serem autoridades de grandes instâncias, devem investir em criação de novos abrigos públicos para os idosos em situação de abandonos, com atividades diárias, semanais e mensais de entrentenimento, como viagens, gincanas e etc. Assim, acolhendo todos os idosos abandonados e eliminando a solidão de cada um deles.