Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 16/01/2021
Um assunto que entrou em debate nos últimos anos, é a questão do abandono de idosos, uma vez que, houve aumento significativo no número de pessoas em asilos. Logo, é evidente os custos do Governo na contribuição de atendimento e cuidados voltados àqueles incapacitados. Diante disso, tal discussão tornou-se um desafio econômico, já que, é de extrema importância amparar os idosos com o serviço social e evitar o abandono parental.
Embora o país enfrente um aumento nos indícies de expectativa de vida, grande parcela da população sofre com um futuro incerto, em virtude, da falta de planejamento ao longo da vida. Tal como, um estudo realizado pelo Banco Mundial, estima-se que 21% da população não apresenta visão de futuro, dado que, não se preocupam em estabelecer uma poupança para a velhice. Portanto, a falta de comprometimento afeta a economia e leva-os a enfrentarem crises durante o período de idade.
Além disso, outro fator relevante em relação aos idosos, são as condições precárias nos asilos, pois, há insuficiência na infraestrutura que atenderá os pacientes. Visto que, o orgão responsável desvia parcelas significativas de dinheiro, logo, velhos desamparados são submetidos à situações desumanas, sem o direito básico do cidadão. Do mesmo modo, a família da vítima torna-se responsável pelo cenário, devido ao abandono afetivo e a falta de fiscalização sobre o ambiente em que o parente vive.
Diante dos fatos supracitados, é necessário a criação de medidas para reverter a situação problemática. Desse modo, o Estatuto do Idoso deve tomar atitudes e promover a ação de algum orgão que terá o objetivo de fiscalizar o dinheiro destinado aos asilos e inserir penas maiores para funcionários corruptos que desviarem a verba. Da mesma forma, é importante que a família cumpra horários regulares de visitas e verifique a saúde do idoso diante os cuidados profissionais. Por fim, o Governo deverá implantar cursos para jovens com o intuito de terem um ensino econômico e adquirirem visão de futuro, e assim, administrarem a poupança corretamente para uma vida saúdavel e sem crises.