Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 29/01/2021
De forma explícita os avanços da medicina auxiliam para a longevidade da sociedade do século XXI. Consoante a isso, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estattistica), estima que em cinco anos a população idosa do país aumentou em cerca de 4,8 milhões de pessoas. Nesse contexto, o aumento populacional proporcionou a intensificação do abandono de idosos na comtemporaneidade. Por essa razão, faz-se necessário pautar o precário auxilio governamental, como também o déficit na educação social dos brasileiros.
Sob essa ótica, o precário auxilio governamental corrobora para os atuais índices de abandono de idosos. De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), o acesso a uma terceira idade de qualidade é direito humano de todos. Nessa perspectiva, apesar da importância reconhecida, não é verificado de forma eficaz na sociedade, visto que há inoperância estatal para garantir o envelhecimento dos brasileiros com suas devidas necessidades, como a aquisição medicamentosa, nutrição adequada, lazer e cuidados básicos. Consequentemente, observa-se idosos em situações degradantes por falta de condições familiares para suprir tais necessidades.
Ademais, convém ressaltar o déficit na educação social dos brasileiros como fator para os casos de abandono de idosos. Segundo Immanuel Kant “O homem não é nada além do que a educação faz dele”. Dessa maneira, a citação de Kant retrata a importancia da escolaridade para assegurar uma sociedade que respeite os direitos e deveres humanos, porém no Brasil não é empregado de forma eficiente, já que constantemente observa-se casos de abandono e violência contra idosos. Com isso, verifica-se uma precária educação comunitária no país.
Em virtude dos fatos mencionados, cabe ao Ministério da Saúde assegurar a operância governemental nas necessidades do idoso, por meio da realização de assembléias com participação populacional, a fim de revolucionar as ações estatais e garantir auxilio aos familiares para suprir com o envelhecimento de qualidade. Além disso, o Ministério da Educação deve tornar a escolaridade social efetiva, mediante mecanismos de interação na educação infantil, para que desde os primeiros anos de vida a populaçoa adquira uma cultura de interação harmônica com o próximo. Dessa forma, será possível utilizar de forma benéfica os avanços da medicina.