Abandono de idosos em questão na contemporaneidade

Enviada em 29/01/2021

A Constituição de 1988 garante amparo aos vulneráveis, além do direito de sáude. Todavia, não é  o que se nota hodiernamente, visto que os idosos são abandonados em asilos sem apoio da família e do Estado. Também vale salientar que a população brasileira está envelhencendo, conforme diminui a natalidade e aumenta a assistência médica.  Portanto, é responsabilidade da União reverter esse impasse para que a ética do corpo social brasileiro não seja ameaçada.

Em primeira instância, o número de velhos no Brasil aumenta constantemente, assim sendo, é necessário ter um pensamento condizente com a realidade. Prova disso é que consoante com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica(IBGE), a população com mais de 65 anos cresceu 26% entre 2012 e 2018. No entanto, enquanto o número de idosos aumenta, a populção segue abandonando-os, uma vez que velhice é “sinônimo” de obstáculo para os mais novos, os quais possuem uma rotina agitada e não possuem tempo para cuidar dos mais antigos e aprender com eles. Logo, ter uma idade avançada deve ser o mesmo que ter sabedoria, mas essa perspecitiva fica proscrita no Brasil.

Outrosim, a expecitativa de vida só aumenta, porém a falta de moral mantém-se alta. Nesse viés, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social(MDS), o abandono de idosos aumentou 33% entre 2012 e 2017, um claro exmplo da ignorância humana. Posto isso, abandonar um idoso é desampará-lo mentalmente, ou seja, a perspectiva do ancião é reduzida pela condição em que ele se encontra, situação de desamparo familiar. Destarte, o abandono é uma atitude egoísta, pois os jovens pensam apenas no trabalho e\ou nos estudos e esquecem do próximo.

Em suma, o governo brasileiro deve sancionar uma lei específica que garanta a adoção de idosos. Assim sendo, é reponsabilidade do poder Legislativo discutir e construir uma lei, na qual a vontade do idoso e sua saúde mental sejam preservadas. Dessa maneira, o ancião poderá ganhar um novo lar, o qual servirá de suporte emocional, além disso ele poderá espalhar sua sabedoria para sua nova família. Paralelamente, o MDS deverá espalhar campanhas nos meios midiáticos como  nos comerciais de televisão e nas redes soicias oficiais, mostrando que velhice e sabedoria andam lada a lado.  Só assim, o ideal presente na Carta Magna sairá do teórico  para a realidade e a ética será preservada no Brasil.