Abandono de idosos em questão na contemporaneidade
Enviada em 07/08/2021
No que se refere à negligência contra o idoso, pode-se afirmar que é uma das formas de violência a essa camada da sociedade mais recorrente no Brasil e é reflexo tanto da ausência de ações efetivas por parte do Estado quanto da falta de interesse familiar ao cuidado. Fato contrário ocorre em outros locais do mundo, como na China e no Japão onde as pessoas mais velhas são consideradas sábias e respeitosas. Dessa forma a fim de alcançar tal esteriótipo, cabe discutir soluções para essa problemática.
Primeiramente, é lícito destacar que apesar de existirem leis que protejam os direitos humanitários dos idosos, como o Estatuto do Idoso, muitos casos novos veem surgindo. De acordo com o Portal de Notícias G1, o índice de denúncia sobre o abandono ou violência contra cidadãos acima de 60 anos aumentou durante a pandemia.
Além disso, muitos familiares decidem rejeitar o zelo aos anciãos por ausência de interesse e os dirigem a asilos e lares de longa permanência. Deste modo diversas dessas pessoas ao pensar nessa ingratidão acabam desenvolvendo doenças psicológicas, como depressão e ansiedade, e posteriormente sem o devido acompanhamento médico o suicídio pode ser visto como uma saída, como o fim desse sofrimento.
Destarte, a partir dos argumentos supramencionados, é dever do Estado proteger os idosos do abandono, criando campanhas de combate à esses atos e que estimulem a denúncia. Some-se a isso o financiamento do Governo Federal para o levantamento da pauta sobre a importância do zelo aos anciões por meio progamas de televisão e de influenciadores digitais, no intuito de atingir públicos de idades e costumes variados e garantir o bem-estar da sociedade como um todo.